Conan e a Rainha da Costa Negra | Clube do Quadrinho Podcast

No dia 27 de outubro de 2016, tivemos mais um Clube do Quadrinho. Dessa vez, o papo foi sobre a saga da Rainha da Costa Negra, momento importante das clássicas HQs do Conan, personagem criado por Robert E. Howard na literatura pulp e adaptado para os quadrinhos nos anos 1970 nos argumentos de Roy Thomas e desenhos de Joe Buscema.

Mas nem só de Conan vive esse papo. Acabamos discutindo sobre mercado, público, anacronismo, narrativa, representatividade e muito mais. Foi um dos Clubes mais legais que a equipe do Avantecast e do Tapioca Mecânica já realizou no café da Livraria Leitura do Shopping Del Paseo de Fortaleza. Pois aproveita essa lindeza de conteúdo e taca o plau aí!

Assine o feed do Avantecast e receba semanalmente as atualizações dos nossos programas. Pode procurar “Avantecast” em qualquer aplicativo de podcast que você acha a gente. Caso queira baixar em seu computador, entre nesse link, clique com o botão direito do seu mouse e escolha a opção Salvar Como.

Músicas nesse programa
Manowar – Kings of Metal
Gogol Bordello – Wunderlust King

3 Comentários

  1. Giovani said:

    Só quero deixar claro aqui que começar só o fato desse podcast começar com Manowar seguidamente da voz sensualidade pela voz do Pedro é mais que sucesso

    9 de janeiro de 2017
    Responder
  2. Leandro Rodrigues said:

    Não entendi. Vocês leram um quadrinho de um personagem criado em 1930, surgido em um contexto totalmente diferente da atualidade (e eu sei que o contexto da época era extremamente machista e sexista) e a maior crítica é o machismo da revista. Isso não seria meio óbvio? Como vocês realizam uma análise de uma história criada em 1900 e alguma coisa com a visão da sociedade atual? Alguém citou Jane Austen falando de personagens e autores femininos, criticando o escritor. Pois bem, Haward tinha sérios problemas de relacionamento, era extremamente introvertido, talvez uma pesquisa rápida teria tido seu valor.
    Creio que vocês deveriam primeiro situar a criatura e a época de sua criação.
    Isso seria mais produtivo e talvez vocês poderiam entender o contexto e a forma como o personagem foi criado e sua evolução/vida/ desenvolvimento e etc.
    Outra coisa que me incomodou (usando o termo muito usado por vocês), foi a escassa participação feminina.
    Tem mais coisas a dizer…mas vocês desviam tanto do assunto, é um vai e vem da discussão que perdi até a vontade de comentar…
    Está muito confuso e até cansativo, sei que é um formato de conversa de bar mas mesmo assim não deixa de ser cansativo.

    17 de fevereiro de 2017
    Responder
    • Pedro 'PJ' Brandão said:

      Opa, Leandro, beleza? Pois é, na conversa até a gente fala sobre isso, sobre o fato da nossa visão ser anacrônica e que isso não nos leva a “perdoar” mas a entender o contexto. Salvo engano a gente fala sobre isso. No Clube do Quadrinho, a gente se reúne pra papear sobre o quadrinho sem a necessidade de pesquisa ou coisa do tipo, a gente discute as impressões, é um papo aberto pro público e conduzido pelo próprio público. No caso, há um grupo de meninas, ainda que menor que o de homens, que participa todo mês do Clube. E estamos sempre querendo que mais mulheres participem. Sobre a bagunça, é isso mesmo, o Clube do Quadrinho é bagunçado porque são umas 10 pessoas conversando, muitas vezes ao mesmo tempo. HAHAHAHA

      Mas esse é o formato DESSE podcast, tá? Nos nossos outros podcasts, como o HQ Sem Roteiro e o SMASH!, a gente tem uma discussão um pouco mais organizada, com convidados e tal.

      Agradecemos o seu comentário, de coração. Vamos nos esforçar sempre pra melhorar. Valeu!

      17 de fevereiro de 2017
      Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *